USINA DE DESSALINIZAÇÃO À VÁCUO SOLAR OFFSHORE GRAM-EOLLIC

Diante do cenário da falta d’água e baixar custos de agua potável para atender a demanda humana, é necessário buscarmos alternativas definitivas para a solução do abastecimento d’água no mundo. Para isto, precisamos primeiro sair do discurso comum acerca das culpas e quem são os culpados por este problema. Feito isto, devemos partir para a concretização de uma medida definitiva para a solução do problema, e esta solução já existe: É a tecnologia de dessalinização da água do mar à vácuo solar GRAM-EOLLIC (Fernando Ximenes). Com essa alternativa tecnológica viável e eficaz, tanto a população quanto os equipamentos públicos, privados e o investidor que assumirá a construção de usinas de dessalinização, ganharão. A população ganha porque irá consumir, diariamente, água potável mineral dessalinizada, os equipamentos reduzem o custo d’água por m³ e o investidor ganha também, porque o sal produzido será utilizado refinado comercializado e a água mineral produzida também vendida para o consumo humano, gerando com isso receitas e ganhos financeiros, chega de tantos relatórios, vamos praticar, a sede não espera, temos que viabilizar o abastecimento sustentável.

Sobre essa tecnologia de dessalinização da água do mar, muitas controversas ao longo dos anos foram geradas no mundo, mas muitos paradigmas já estão sendo quebrados. O primeiro paradigma já quebrado é que a energia solar para uso da dessalinização da água, antes considerada muito cara, não é mais vista desta forma, porque energia solar é gratuita, não é cara. Outro ponto positivo a favor da implantação de um projeto de dessalinização da água do mar é que a água do mar é infinita e, por isso mesmo, poderá ser utilizada sem limites de consumo, bastando apenas que seja dessalinizada e bem dimensionada.

A nova tecnologia de dessalinização a vácuo 100% solar existe, é brasileira, cearense de Fernando Ximenes, eu que lhe escrevo e é viável. Mas, por falta de informação e leitura sobre esta nova tecnologia, muitas pessoas permanecem no inteiro desconhecimento sobre isto e desconhecem, totalmente, que o investimento e a manutenção de uma usina de dessalinização solar podem ser feitos através do próprio beneficiamento da produção industrial dos insumos minerais advindos da dessalinização da água, dentre eles, o sal, e assim, a usina dessalinizadora vira também uma salina tecnológica.

No intuito de prospectar negócios no mundo, busco uma parceria com investidores para prosseguir e remunerar royalties de minha patente entre minha empresa e investidores, entre as formas de negócios está: Contratos confidenciais, remuneração de royalties e a criação de SPEs – Sociedades Especificas, para atender as diversas demandas mundiais, com o envolvimento de empresas e investidores, para estudos e a possibilidade de construção de grandes usinas dessalinizadoras marinhas em diversas localidades do mundo. Este conceito Business, projetos societários e outros projetos poderão ser implantados em  regiões do Brasil e do mundo, cujos objetivos principais é  atender produção de água potável mineral  com lucratividades entre as partes envolvidas  possibilitando essa tecnologia se tornar inovação referente no mundo na área de dessalinização,  “explorando seu potencial”,

A tecnologia de  usina  de dessalinização a vácuo solar Gram-Eollic, que está sendo ofertada poderá ser projetada, para produzir e abastecer com milhares de metros cúbicos (m³) d’água mineral a grandes cidades,  complexos de portos, aeroportos, grandes indústrias, termelétricas e diversas atividades publicas e privadas além de produzir milhares de toneladas de sal (Nacl) e  milhares de toneladas de outros cloretos. Esta usina atenderá diversas demandas. A importância dessa tecnologia está, principalmente, nos benefícios do produto final que virá, em primeiro lugar o abastecimento d’água mineral para o consumo humano e industriais com menor custo e o reuso do rejeito e refino do sal e cloretos, produzidos e industrializado pela dessalinização a vácuo solar sustentável Gram-Eollic de Fernando Ximenes.

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