No Brasil, estamos vendo acontecer a insegurança total, do rabo ao supremo pescoço, com uma força descomunal da ilegalidade. Nas cidades, gangues e facções dividem bairros, massacrando a população e constrangendo os governos, tornando esses espaços em territórios sob o domínio de traficantes.  Em presídios, bandidos assumem o poder, governando seus “quartéis”, de onde ordenam crimes, assaltos, rebeliões, saques e milícias. Nos morros, traficantes exercem uma gestão “insocial”, impetrando leis e regimes de interesse do tráfico. São marginais exercendo, já há muito tempo, a gestão de atividades ilícitas nos diversos espaços urbanos (avenidas, ruas, praças, publicas), chegando mesmo a organizar um governo paralelo ao governo legal constituído.

Neste caos social em que se encontra o Brasil, vale tudo, é a lei do “tiro ao pescoço degolado”, não se importa quem irá sofrer as consequências. Nesse contexto, marginais não respeitam policiais e, tão pouco, autoridades constituídas, em meio a essa sangria estampada no cotidiano dos brasileiros.

Entre à crise econômica no Brasil, a máquina amarrada institucional brasileira não acompanha os ritmos dessa bandidagem. Como consequência, estabelece-se a desordem e a impunidade, causadas devido a uma fraqueza institucional, desalinhada, enquanto traficantes fazem treinos de guerrilhas, em Brasília, reuniões e decretos caminham lentamente, num descaso a olhos vistos. Como exemplo deste descaso, papeis são empurrados e sentenças são procrastinadas até depois da 2º instância, dando péssimo exemplo aos cidadãos.

A lavagem geral já passa a ser colateral, virando câncer de guerra. No rascunho encaminhado ao Supremo, muitas letras podem acabar chegando borradas no foro e não mais surtir efeito de prisão, pois se fala constantemente em Habeas Corpos preventivo. Assim, a intenção de punir o infrator em respeito à pátria e as instâncias dos poderes, poderá acabar em uma impunidade vergonhosa. “Nesta prova, a nota é zero”.

Enquanto esse caos instalado no Brasil continua, o desenvolvimento da nação escoa pelo ralo de um pais desregulado e injusto para com o empreendedorismo, visto que mais tributos são aprovados, NRs e leis sem logicas perseguem o empreendedor, inviabilizando a sobrevivência e a competitividade das empresas, além de burocratizar o sistema e tudo ficar mascarado.

Em busca de solução, há que se fazer uma faxina geral no Brasil, em respeito ao povo suado, desde aqueles que vivem no campo, que viram o êxodo rural e a falta de emprego ser superados com muita luta e suor, aos que vivem com dignidade e respeito à ordem (dos acadêmicos aos professores; dos operários aos empresários, etc).

Nesta falta de ordem social, o democrático direito à liberdade é confundido com anarquia. Assim, quando os poderes legais são tolhidos, só nos resta a opção do suor da verde farda e que ela bata a poeira, aniquile e lave o estrago.

“É nosso dever e nossa obrigação manter a ordem e criar atitudes para organizar e desenvolver o Brasil”. Para isto, alertamos:

“Corra teimoso, bata a poeira, faça a sua parte”.

 Fernando Ximenes – Cientista Industrial.

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